terça-feira, 23 de novembro de 2010

INTERNET: Um mundo sem leis.....

Fraude bancária na Internet preocupa 85% dos brasileiros, aponta pesquisa.

Risco lidera ranking de preocupações com segurança em relatório da Unisys; roubo de identidade, citado por 77%, aparece em terceiro lugar.

As fraudes bancárias são a preocupação número um do brasileiro, revela a versão mais recente de um relatório semestral publicado este mês pela Unisys.

Segundo o estudo, que foi realizado sob encomenda pela Lieberman Research Group, 85% dos brasileiros entrevistados disseram se preocupar com a possibilidade de terem seus dados de cartões de crédito ou débito acessados e utilizados por terceiros.

O roubo de identidade - acesso e uso não autorizado de informações pessoais - também foi citado por 77% dos brasileiros como um das maiores preocupações em segurança. Ficou em terceiro lugar, atrás da preocupação com epidemias.

Nas compras online, o índice de pessoas preocupadas com segurança é menor, mas ainda é alto: 51%.

De acordo com o Índice de Segurança Unisys, 60% dos brasileiros disseram estar preocupados com a segurança de seus computadores, principalmente em relação a vírus e spam.

Em contraste, poucos brasileiros se preocupam em proteger seus dados pessoais em equipamentos móveis, como celulares e notebooks.

Apenas 39% dos internautas entrevistados admitiram trocar suas senhas regularmente em aparelhos móveis. E só 45% afirmaram mudar as senhas com certa frequência.

Sobre o uso de redes sociais, 79% disseram restringir as informações pessoais.

Além da segurança na Internet, a pesquisa "Índice de Segurança Unisys" mede a percepção de segurança nos setores nacional, financeiro e pessoal. Foi feita com base em 1.500 entrevistas com brasileiros entre 18 e 65 anos (50% homens, 50% mulheres) em oito capitais do País.

Fonte: Monitor de Fraudes

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Será?

Frigoríficos negam vaca louca após suspeita em SP

 
19/11/2010

Os frigoríficos Minerva e JBS-Friboi divulgaram comunicados ao mercado reforçando que não identificam relação entre a indústria de carne com a notícia de suspeita de um caso de infecção por doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) – conhecida como "doença da vaca louca" –, em Campinas (SP).

Profissionais do Hospital Beneficência Portuguesa local investigam caso suspeito de DCJ, cuja causa provável é a ingestão de carne contaminada pela doença bovina.

A Vigilância em Saúde Municipal informou, por meio de nota oficial, que foi notificada sobre o caso, tratado com sigilo, e que não há transmissão da doença no Brasil. O paciente internado é médico e, segundo informações extraoficiais, esteve na Europa. O Hospital Beneficência Portuguesa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a doença neurológica não está confirmada e que o caso está sendo investigado.

– O Minerva reforça a tese de que este caso nada tem a ver com o sistema brasileiro de produção de carnes – diz o frigorífico em nota.

Já o JBS ressalta que "nunca houve um caso de Vaca Louca no Brasil e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), é altamente improvável que ocorra um caso da doença no país, tendo em vista que o gado no Brasil é estritamente alimentado a pasto".

Ambos citam que o Ministério da Agricultura fiscaliza a alimentação animal e a cadeia produtiva de bovinos, reiterando que rações de origem animal são proibidas no Brasil. O comunicado do Minerva explica também que a farinha de origem bovina utilizada na nutrição de aves e suínos "passa por um processo de esterilização, eliminando o risco de contaminação". Com informações do portal Estadão.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Economia brasileira vai bem??

Brasil: PIB deve crescer 7,5 por cento em 2010

2010-11-18 17:26:21

Brasília – A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) prevê que o Brasil cresça 7,5 por cento este ano e que a inflação fique acima da meta nos próximos dois anos.

No relatório sobre Perspectivas Económicas, divulgado esta quinta-feira, a OCDE adianta que a economia brasileira perdeu ritmo durante este ano relativamente ao ano passado. A OCDE espera ainda que a taxa anual no Brasil supere a meta do Governo de 4,5 por cento nos próximos anos, com a retoma da actividade económica e o fim dos efeitos da recente valorização do real.

A OCDE alerta ainda para a alta no défice da conta corrente do país, que espera crescer para 76 mil milhões de dólares em 2011 e 107 mil milhões de dólares em 2012. As projecções da OCDE para este ano são de um défice de 52,7 bilhões de dólares.

No relatório a OCDE defende o retorno ao ciclo de «aperto monetário» como forma de conter as crescentes pressões inflacionárias. O documento sugere ainda que o Brasil retire as medidas de estímulo monetário e fiscal.

(c) PNN Portuguese News Network

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O 'homem-bomba' do tucano Aloysio Nunes

"Coisas normais no Brasil de sempre".............

Como diretor de Engenharia do Dersa, Paulo Vieira de Souza, também conhecido pelo apelido de Paulo Preto, foi responsável pelas grandes obras viárias do governo de São Paulo nos últimos três anos. Seu trabalho lhe rendeu, em dezembro de 2009, o prêmio de profissional do ano do Instituto de Engenharia de São Paulo. Em 1º de abril deste ano, ele festejou a inauguração do trecho sul do Rodoanel. Oito dias depois, no entanto, foi demitido de seu cargo. A decisão da cúpula da Dersa foi unânime. A nota no Diário Oficial, publicada no dia 21 de abril, não informa a causa da exoneração – e a assessoria de imprensa da empresa afirma apenas que foi uma "decisão de governo". Mas razões extra-oficiais não faltam. Vieira de Souza aparece em uma série de documentos apreendidos pela Polícia Federal na Operação Castelo de Areia, que investigou a empreiteira Camargo Corrêa entre 2008 e 2009. Pelo menos quatro desses documentos, obtidos com exclusividade por VEJA.com, trazem indícios de que o engenheiro era destinatário de propinas da construtora. Um dos papéis mostra quatro pagamentos mensais de 416.500 reais, com data inicial de 20 de dezembro de 2007. A Castelo de Areia foi suspensa, em janeiro deste ano, por uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vieira de Souza, estranhamente, não foi indiciado na primeira fase da operação, e talvez nunca venha a ser. Mas, em ano eleitoral, tornou-se um "homem-bomba".


Ele tem estreitas ligações políticas e pessoais com Aloysio Nunes Ferreira Filho, ex-secretário da Casa Civil de São Paulo e candidato do PSDB-SP ao Senado. Vieira de Souza e Aloysio se conhecem há mais de 20 anos. Quando, no ano passado, o tucano sonhou em ser o candidato de seu partido ao governo de São Paulo, Vieira de Souza foi apresentado como seu "interlocutor" junto ao empresariado. A proximidade entre os dois é tão grande que a família dele contribuiu para que o ex-secretário comprasse seu apartamento. A filha do engenheiro, a advogada Priscila Arana de Souza, e sua mãe, Ruth de Souza, fizeram um empréstimo de 300.000 reais ao tucano — dos quais a advogada arcou com 250.000 reais, conforme revelou o jornal Folha de S. Paulo em dezembro. "A filha dele me emprestou um dinheiro para eu comprar um imóvel, pois eu queria fechar negócio e não podia esperar sair o financiamento do banco. Paguei à Priscila no ano passado mesmo, em três ou quatro prestações. Tenho meus cheques todos registrados. Está tudo correto e documentado", diz Aloysio. A assessoria do ex-secretário enviou uma relação de seis cheques de três bancos diferentes, relacionados ao pagamento da dívida. Cinco deles são de 2008: dois no valor de 50.000 reais, um no valor de 60.000 reais, um de 81.000 reais e o último, de 19.000 reais. Há também um cheque de 50.000 reais de maio de 2009.
Na versão de Aloysio, a demissão do amigo Vieira de Souza até parece voluntária. "Ele pretendia deixar o governo após a inauguração do Rodoanel", diz. "Foi inaugurado e ele saiu." Souza é mais duro ao falar do assunto. Atribui a demissão a atritos causados pelo seu estilo de trabalho, de dura cobrança de prazos. "Sempre disse que o Rodoanel tinha dia e hora para acabar. E isso incomoda", afirma. "Mas não importa. O Brasil inteiro sabe que o protagonista do Rodoanel fui eu. Não faz diferença se estou dentro ou fora do governo." O engenheiro rebate a tese de que sua exoneração poderia estar ligada às investigações sobre a Camargo Corrêa. "Não tem nada contra mim na Operação", diz ele.
Vieira de Souza tem razão em relação ao relatório final da PF. Seu nome tem uma única menção breve no documento, e ele não faz parte do rol dos indiciados. No relatório de inteligência, que serviu de base para o inquérito, a história é outra. É lá que estão reproduzidos os papeis que sugerem que ele recebeu propina da construtora. As obras do Rodoanel apareciam nas anotações com a sigla ARO, decifrada com informações retiradas do computador da secretária pessoal de Pietro Bianchi, diretor da Camargo, empresa que cuidou do lote 4 do trecho Sul, orçado em 500 milhões de reais. Esse mesmo relatório de inteligência traz dezenas de menções a políticos dos mais diferentes partidos. Há inclusive uma extensa lista de doações eleitorais registradas como "sem recibo" – uma forma oblíqua de definir o caixa dois.
A Operação Castelo de Areia foi deflagrada em março de 2009. A informação de que a investigação tinha potencial para abalar as carreiras de diversos políticos e administradores públicos veio à tona logo em seguida. A PF afirmou que trataria desses assuntos em um momento posterior. Passaram-se nove meses, nada aconteceu e a operação foi suspensa pela Justiça, quase como num passe de mágica. O fato de que os indícios coletados pela PF não ganhem consequências práticas é pernicioso. Ao contrário do que Vieira de Souza diz, existe, sim, material contra ele nos arquivos da PF. Material suficiente para que o Ministério Público Federal em São Paulo considerasse necessária uma investigação mais aprofundada sobre ele. Mas a questão não é apenas punir aqueles que merecerem castigo. Quando informações desse tipo ficam no limbo, caso daquelas que constam dos relatórios de inteligência da PF e sem mais nem menos desaparecem dos relatórios finais que embasam a abertura de inquéritos, cria-se espaço para que entrem em campo os fabricadores de dossiês — um tipo de fauna que insiste em reaparecer das trevas em anos eleitorais.

Por: Fernando Mello e Marina Dias
 
Comentários: Não precisa de nenhum comentário neste caso. Vejam as informações e os documentos sobre as propinas. Falar o que depois disso.............

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

MAIS UMA PIADA CHAMADA BANCO PANAMERICANO

Delloite, KPMG e Fator não identificaram fraude????

"Estamos aqui diante de mais uma das grandes piadas brasileiras".

Senhores: Se existe alguém que consegue identificar, à fundo, todo o cenário "real" das entranhas de uma empresa são as consultorias. Nem mesmo advogados chegam a saber de tamanha exatidão. Eu, como consultor, tenho que ouvir essa "bobagem" na mídia.........Delloite, KPMG e Fator "não identificaram fraude......
Para que então contratar uma consultoria, se ela não consegue identificar o "óbvio" em uma gestão? Agora sim, "para preparar o cenário e colocar em execução os planos traçados com eficiência e precisão cirúrgica".
Estes tais "planos" que me refiro são planejamentos estratégicos tanto para uma gestão eficiente como para uma gestão fraudulenta.
O que não se admite ouvir é que 3 gigantes do setor de consultoria empresarial, mais um Banco,"NÃO CONSEGUIRAM IDENTIFICAR O QUADRO".
Também, se confirmarem terem conhecimento do cenário estariam firmando suas co-participações nas fraudes, ENTENDERAM???

Isso é "formação de quadrilha", inclusive.  Vamos aos fatos:

O rombo no caixa do Banco Panamericano coloca em xeque o trabalho das auditorias interna e independentes responsáveis por avaliar as contas da instituição. Os dados internos do banco são auditados pela Delloite. E, no ano passado, a instituição financeira do Grupo Silvio Santos passou ainda pelo crivo da KPMG e do Banco Fator, que "ajudavam" a Caixa Econômica Federal na compra de 49% do capital do Panamericano.

Uma fonte que acompanhou de perto essa transação afirma que seria impossível a fraude ser detectada pelas consultorias responsáveis pela venda do banco para a Caixa, já que o sigilo bancário impede que o nome dos clientes sejam identificados. Mas, segundo ele, os dados indisponíveis aos operadores externos poderiam ter passado pelo crivo da Delloite.

Em nota divulgada no início da noite de ontem, a empresa, responsável pelas análises internas das contas, restringiu-se a informar que, 'de acordo com o seu Código de Ética e Conduta Profissional e em respeito aos compromissos de confidencialidade assumidos, não emite comentários sobre situações relacionadas a clientes'.

O Banco Fator, contratado pela Caixa Econômica para intermediar a aquisição, disse por meio da assessoria de imprensa que não tinha como identificar possíveis fraudes nas contas do banco, auditadas  em março do ano passado para a transação. 'Não temos expertise para fazer auditoria, por isso contratamos uma empresa de renome para cuidar desse processo', informou o Fator. Segundo o banco, não seria possível identificar a existência de operações cruzadas feitas ilegalmente por causa do sigilo bancário. 'Mas não é possível afirmar ainda se houve realmente uma fraude', reforçou o banco.

A KPMG, auditoria contratada pelo Fator, também tentou se explicar em uma nota divulgada ontem à noite. A empresa enfatizou que não é responsável pela auditoria interna do Panamericano. E escreveu:

"A KPMG foi contratada para executar certos procedimentos pré-acordados de diligência em dados disponibilizados pelo referido Banco em 'data room' com data base de março de 2009'.

Sócia do Panamericano, a Caixa Econômica Federal disse que a operação de compra iniciada no fim do ano passado só foi concretizada em julho após aprovação do Banco Central. Segundo a Caixa, as contas do Panamericano foram submetidas também à análise da BDO Consultores, para que emitisse uma segunda opinião.

Histórico. O primeiro caso de fraude em instituição financeira a passar "despercebido" pelas auditorias foi o do Banco Nacional. O banco quebrou em 1990 sem que os auditores tivessem feito nenhum alerta, conforme ficou comprovado no processo judicial. Desde 1988, o balanço era maquiado com operações de crédito fictícias. O caso marcou a primeira "condenação de um auditor por cogestão fraudulenta. Marco Aurélio Diniz, responsável pela auditoria independente que a multinacional KPMG fez no banco, teve a pena de condenação confirmada pelo Tribunal Regional Federal em 2007".

Fonte: Naiana Oscar, Estadão
Comentários: Machado Filho

terça-feira, 9 de novembro de 2010

"ABISMO GALÁTICO"

TCU aponta irregularidades graves em 32 obras; 18 do PAC.

O Tribunal de Contas da União (TCU) definiu na manhã de hoje a relação de obras com indícios de irregularidades graves e que deverão ser encaminhadas ao Congresso Nacional. Das 231 obras analisadas in loco, 32 apresentam indícios de irregularidades graves. Destes empreendimentos, 18 integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na interpretação do TCU, estas obras deveriam ser paralisadas. As principais irregularidades detectadas foram sobrepreço, superfaturamento, licitação irregular, falta de projeto executivo e problemas ambientais. O montante de recursos fiscalizados neste ano foi de R$ 35,6 bilhões.

Além da indicação de paralisação, o TCU recomendou a retenção parcial de valores em outros seis empreendimentos. Como nos anos anteriores, as obras de transportes apresentaram os maiores indícios de irregularidades graves. Os órgãos federais com mais empreendimentos nesta situação foram o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) e o Ministério das Cidades.

Dentre as obras do PAC identificadas pelo tribunal constam a Ferrovia Norte-Sul, a modernização e adequação da produção na refinaria Getúlio Vargas (Repar) e, novamente, a Refinaria Abreu e Lima. Clique aqui para ver os demais empreendimentos do programa.

Em relação à dotação orçamentária fiscalizada, a maior parte envolveu empreendimentos de energia em razão do vulto de investimentos da Petrobras. Com 74 obras analisadas, o Nordeste foi a região com a maior inspeção. O Sudeste teve 62 obras fiscalizadas. O Norte, 42. O Centro-oeste, 28. O Sul, por sua vez, teve 25. A economia gerada pela fiscalização está avaliada em R$ 2,6 bilhões.

As obras com indícios de irregularidades graves podem ter seus recursos bloqueados no orçamento do próximo ano caso seja comprovada a potencialidade de prejuízos ao erário ou a terceiros e seja configurado grave desvio. Por outro lado, a proposta orçamentária permite a continuação da execução física, orçamentária e financeira dos serviços em que foram identificados os indícios, desde que sejam adotadas medidas saneadoras pelos órgãos responsáveis e haja garantias da cobertura integral dos potenciais prejuízos à máquina pública.

O relatório do TCU é elaborado anualmente por determinação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Está é a 14ª edição do relatório do Fiscobras. Depois de examinado pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, o texto passa a ser um dos anexos da proposta orçamentária do ano seguinte. Ao votar o parecer da comissão sobre essa proposta, o Congresso dá a palavra final sobre as obras que ficarão interrompidas. Os recursos, no entanto, voltam a ser liberados depois da correção dos problemas apontados pelo TCU.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no final do primeiro semestre de 2010 estabelece que deputados e senadores sejam ouvidos antes da paralisação das obras irregulares que constam no relatório do TCU. De acordo com a LDO, esta é uma forma de discutir os impactos econômicos e sociais do bloqueio de recursos na Lei Orçamentária para 2011 destinados a esses empreendimentos. Cabe ao Congresso decidir que contratos terão verbas bloqueadas no orçamento do próximo ano. Além disso, a lista pode mudar à medida que as irregularidades forem sanadas.

Fonte: Milton Junior

"BRASIL"


"PARAÍSO DAS PIADAS, NOJEIRAS E ESQUEMAS"
 

Economia


Brasil será 7ª economia em 2011, diz FMI.

Projeção é que PIB brasileiro passe o da Itália; crescimento estável faz país

retomar posição perdida em 1996. Fundo Monetário Internacional calcula em US$ 2,19 trilhões o tamanho do PIB do Brasil no próximo ano.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, vai governar a sétima maior economia mundial, posto que o Brasil alcançará em 2011, segundo a projeção mais recente do Fundo Monetário Internacional.

Não será a primeira vez que o país terá chegado lá. A última foi em meados dos anos 90. Mas o Brasil só sustentou a sétima posição por dois anos, indo ladeira abaixo a partir de 1996 até baixar ao 12º lugar em 2002.

Desde então, a volatilidade do crescimento econômico do país diminuiu. Ou seja: o tradicional sobe e desce, ou os chamados voos de galinha, deu lugar à maior estabilidade na trajetória de expansão econômica.

O resultado é que a projeção do Fundo revisada em outubro indica que o país permanecerá no posto de sétima maior economia até, pelo menos, 2015, último ano para o qual há previsões.

Nos últimos anos, a economia brasileira ultrapassou em tamanho a canadense e a espanhola. Em 2010, quase empata com a Itália.

A implicação geopolítica para o futuro governo Dilma dessa consolidação do Brasil entre as potências econômicas pode ser resumida em um clichê: quanto maior o poder, maior a responsabilidade.

"O Brasil está ocupando a posição de países desenvolvidos e, com isso, cresce seu prestígio nas negociações internacionais", diz Ernesto Lozardo, professor de economia da Eaesp-FGV e autor do livro "Globalização - A Certeza Imprevisível das Nações".

A contrapartida é resumida por Fernando Cardim, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro:

"As responsabilidades do país continuarão aumentando e o novo governo terá de mostrar se está preparado para isso".

De acordo com especialistas, para que o peso econômico do Brasil continue se traduzindo em crescente voz política, Dilma terá de consolidar os avanços alcançados pela política externa de Lula, como a posição de maior destaque nos fóruns globais.

Mas precisará também lidar com seu legado polêmico, que inclui aproximação com o governo do Irã e críticas a dissidentes cubanos.

DÚVIDAS

Antes da posse de Dilma, já pairam sobre o novo governo dúvidas sobre seu compromisso com o tripé macroeconômico -responsabilidade fiscal, metas de inflação e câmbio flutuante- que ajudou o Brasil a consolidar a estabilidade econômica e galgar posições no ranking de maiores economias.

Para Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco, a manutenção da política fiscal expansionista mesmo após o Brasil ter emergido da crise e a declaração recente do ministro Guido Mantega (Fazenda), que disse não haver relação entre controle do gasto público e o nível de juros no país, alimentam esses questionamentos.

"Uma política fiscal menos rigorosa torna o tripé capenga ao forçar um aumento de juros e, com isso, uma taxa de câmbio mais valorizada", diz Goldfajn.

Juros mais elevados para conter o impacto inflacionário de uma política fiscal expansionista tenderiam a prejudicar o crescimento do país nos próximos anos.

Em declarações depois da eleição, Dilma tem tentado dirimir dúvidas em relação ao seu compromisso com a responsabilidade fiscal. O mercado, por enquanto, parece estar dando à presidente eleita o benefício da dúvida (Folha de S.Paulo, 7/11/10).

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Grupo Colombo leva educação ambiental para mais de mil crianças.

Mais de mil crianças assistiram à peça do projeto "Plantando Vidas". Empresa desenvolveu atividades na Semana de Conscientização Ambiental de Palmares Paulista.

Um dia mais do que especial para o estudante Vinicius Olivati Borges, de 10 anos. Ele foi um dos alunos da rede municipal de educação de Palmares Paulista, noroeste de São Paulo, que tiveram seus trabalhos premiados no concurso “Seis alternativas para mudar o mundo”. A redação de Vinicius teve como tema o meio ambiente. “Foi muito boa esta iniciativa porque eu tive que aprender mais sobre este assunto para poder escrever. Aprendi que, se a gente não salvar a natureza, nós mesmos vamos ser prejudicados, porque vai faltar ar e água”, explicou o estudante.

O concurso foi apenas uma das atividades desenvolvidas durante a Semana de Conscientização Ambiental, realizada em parceria entre o Grupo Colombo e o Município. Desde segunda-feira, as crianças matriculadas em escolas da prefeitura estão aprendendo mais sobre o meio ambiente na cartilha do projeto “Plantando Vidas”, confeccionada pelo Departamento de Responsabilidade Socioambiental do Grupo Colombo. No material distribuído gratuitamente, os estudantes encontram ilustrações e diálogos sobre a preservação ambiental. A professora Lucineide Aparecida Tonon utilizou a cartilha em sala de aula e aprovou a iniciativa. “O material é bem didático e vai ao encontro daquilo que sempre repassamos para nossos alunos. O resultado foi positivo e vou utilizar a cartilha com outras turmas do ensino fundamental também”, afirmou a professora.

A Semana de Conscientização Ambiental contou ainda com visita a áreas degradadas do município, palestras, oficinas de confecção de brinquedos a partir de materiais recicláveis e, no encerramento que aconteceu nesta quarta-feira, 27, cerca de mil crianças puderam assistir a uma peça teatral encenada pelos arte-educadores do projeto Plantando Vidas. Na peça, os personagens Luana, Gabriel e Caravelinha, um mascote do Açúcar Caravelas produzido pelo Grupo Colombo, habitam o fictício “planeta feliz”, onde tudo é perfeito e os moradores preservam o meio ambiente. Mas o trio recebe uma missão desafiadora: salvar o Planeta Terra e recuperar seus recursos naturais. A trama lúdica e bem humorada encantou os alunos. “Foi muito bom porque assim a gente aprendeu sobre ecologia brincando. Eu aprendi que nós temos que separar o lixo porque existem materiais que podem ser reaproveitados”, disse a estudante Carolina Mattos, de 8 anos.

O prefeito de Palmares Paulista, João Camillo, elogiou a parceria. “O caminho é este: temos que educar nossas crianças para serem adultos conscientes, conhecedores desta causa nobre que é a responsabilidade ambiental e que o Grupo Colombo desenvolve tão bem”, afirmou.

O coordenador de responsabilidade socioambiental da empresa, Antenor Xavier, disse que os resultados da Semana de Conscientização Ambiental foram positivos. “Praticamente todas as crianças da rede municipal foram atingidas. Aqui, plantamos uma sementinha que vai dar frutos lá na frente. Com este projeto, estamos formando multiplicadores de informações em prol da preservação do nosso planeta”, finalizou.

Projeto Plantando Vidas - O projeto “Plantando Vidas” foi criado há 15 anos pelo Grupo Colombo, associado à Biocana. Além das oficinas pedagógicas e do teatro, o projeto conta com outras atividades de preservação e educação ambiental, entre elas, um programa que forma agentes mirins de defesa da natureza. A iniciativa já atendeu mais de 18 mil pessoas de dez municípios da região.

Sobre a Biocana
A Biocana – Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Energia é uma entidade que existe há 16 anos e representa grandes players do setor sucroenergético. Está sediada em Catanduva, região noroeste do estado de São Paulo. As principais atividades da entidade são a permanente discussão e a busca de soluções corporativas visando o desenvolvimento de políticas e projetos que atendam as necessidades de suas empresas associadas. Um trabalho sempre pautado no respeito às questões ambientais, promoção social e desenvolvimento econômico. O Grupo Colombo é associado à Biocana.

fonte: Assessoria de Comunicação Social Biocana


Ps: Ação social importantíssima mas não basta para manter nosso bioma regional respirando. A forma demagógica de se 'maquear" a realidade sobre a devastação de nosso meio ambiente já não convence mais uma grande parcela da sociedade brasileira. É só pagarmos nosso carro e sairmos para uma volta na região que vimos os absurdos que são praticados pelos usinas sucroalcooleiras de forma desenfreada.

Estamos em plena campanha de conscientização da população para cuidarem e alimentarem os animais que fogem desesperadamente do campo para a cidade em busca de alimento, segurança e orientação.

Degradação do solo, das matas e dos rios são "normais" em todas as regiões onde ocorre a exploração canavieira. Fazer ações junto a sociedade para encobrir  uma realidade assassina é um crime maior ainda. Mas como certo, nada acontece a esta usinas, pois geram emprego, receita aos municípios, combustíveis para a frota policial, doações para creches e, o mais comum, até para fundos de campanha. Assim, não é permitido "fiscalizar" e sim desmistificar a impunidade como sendo algo bom, saudável, legal, aconselhável.

Quantos órgãos 'CURADORES DO MEIO AMBIENTE", quantos movimentos sociais, quantas entidades supostamente fiscalizadoras, enfim, quanta gente protegendo BALEIAS, PINGUINS, URSOS PANDA e não protegendo o pulmão do ser humano, o "pulmão do mundo". Será que não percebem que sem florestas, rios e equilíbrio não há BALEIAS, PINGUINS E URSOS PANDA???

Minha eterna tristeza e incompreensão é ver o futuro ser degradado em minha frente e nada poder fazer. 

"DENUNCIAS SÃO ATOS EM VÃO NESTE CASO. TENTE DENUNCIAR E VOCÊ SERÁ O INVESTIGADO, E SE AINDA VOCÊ ESTIVER CUIDANDO DE UM PAPAGAIO QUE FOI EXPULSO DE SEU HABITAT POR DEVASTAÇÃO DESTAS EMPRESAS, TENHA CERTEZA QUE O ANIMAL SERÁ CONFISCADO E VOCÊ SERÁ PRESO SEM DIREITO A FIANÇA, SENDO CONSIDERADO COMO ANIMAL TAMBÉM".

Comentários: Machado Filho

"Já ví este filme!!"

Não peça crédito. Recorra à fraude!
 
Por: José Carlos Pimenta

"Para frustração dos estudiosos, é sempre considerável a distância que separa as soluções arquetipicamente construídas e as realizações legislativas efectivamente conseguidas" (1). Além disso, as realizações legislativas podem não ter em conta a praxis social, ou só se adequar à praxis oculta.

1. "A apropriação indevida do alheio de forma velada é tão antiga quanto a humanidade" (2), dizem alguns de forma peremptória. Desse facto poderíamos tirar diversas conclusões, com diferentes graus de sensatez. Poderíamos concluir que sendo a propriedade privada o que permite haver apropriação do alheio, dever-se-ia acabar com ela. Poderíamos concluir que a sociedade não tem sabido, ao longo de milénios, regular as relações entre os seus cidadãos de forma a haver um respeito mútuo. Poderíamos concluir que já é uma situação "normal" que apenas carece de algumas brandas medidas de repreensão.

Imperou no nosso país esta última opção, passando a vigorar como lei a partir de 2007: para um conjunto relevante de fraudes "extingue-se a responsabilidade criminal, mediante a concordância do ofendido e do arguido, sem dano ilegítimo de terceiro, até à publicação da sentença da 1ª instância, desde que tenha havido restituição da coisa furtada ou ilegitimamente apropriada ou reparação integral dos prejuízos causados" (art. 206º, n.º 1, do Código Penal).

De facto não faltam justificações: há que desvalorizar os crimes patrimoniais face a outros bens jurídicos mais violentos; poupa-se dinheiro com o sistema judicial e prisional; acompanham-se as tendências de desvalorização da sociedade em favor do "indivíduo". Simultaneamente, desvalorizam-se as fraudes praticadas pelas empresas e os crimes de colarinho branco, agravam-se as desigualdades na cidadania e no usufruto de uma vida digna.

2. Mas será que o ponto de partida da análise está certo? Não está.

É exacto que sempre existiram fraudes, mas nos últimos trinta anos aumentaram em número, aumentaram em montantes apropriados, aumentaram em variedade, aumentaram na influência planetária. Se placidamente podemos considerar "normal" a fraude, é profundamente anormal este crescimento, assim como o da economia "sombra".

Curiosamente, esta legislação foi aprovada na antecâmara de um dos períodos mais dramáticos da actividade económica do último século, a crise que ainda vivemos. Uma crise que mostrou a fragilidade do sistema económico mundial aos conflitos de interesse, à especulação bolsista, às fraudes multimilionárias. Curiosamente, esta legislação foi aprovada numa década em que as fraudes (da económico-financeira à corrupção) se espalharam amplamente em Portugal.

É imperioso, urgente e possível estancar esse aumento, apesar de existir uma relação indissolúvel entre a organização económico-social da actual fase da globalização e esse empolamento fraudulento.

3. O defraudador não tem no seu horizonte a possibilidade de ser descoberto, ao mesmo tempo que procura encontrar para si, e para os outros, uma justificação credível, isto é, desculpabilizadora. Provavelmente não será a dureza das penas, em caso de detecção, que atenuará essas práticas criminosas mas o "conforto operacional" que a legislação actual permite é um elemento incentivador.

Quando a percepção da fraude aumenta a probabilidade da mesma e funciona como estímulo à sua generalização, o referido artigo do Código Penal pode traduzir-se num grande ensinamento: "não peça crédito, faça uma fraude". Só tem de preservar o capital, para a eventualidade de ser apanhado e "ter na manga" alguma informação dissuasora do ofendido manter a acusação. Se a sua fraude conduziu ao desemprego, não se preocupe. Os "terceiros" não têm expressão social e jurídica.

Referências:

1. DIAS, Jorge de Figueiredo, e Manuel da Costa ANDRADE. 1997. Criminologia. O Homem Deliquente e a Sociedade Criminógena. Coimbra: Coimbra Editora.

2. O ponto de partida foi o artigo "Burla e fraude deixam de ser crime", de Licínio Lima, Diário de Notícias, 2010-08-17.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

"FORBES" coloca Dilma entre os mais poderosos do mundo.

...............E os reflexos da INCOMPETÊNCIA do PSDB continuam.........e é só o começo...............

Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil, é 16ª pessoa mais poderosa do mundo, na lista da "Forbes".
A revista norte-americana "Forbes" incluiu a presidente eleita do Brasil, a petista Dilma Rousseff, na lista das pessoas mais poderosas do mundo. Ela aparece na 16ª posição. No topo da lista, divulgada ontem (3/11), está o presidente da China, Hu Jintao.

A revista traz um pequeno perfil de Dilma, informações sobre sua carreira na política e cita números da eleição de 31 de outubro, quando ela foi escolhida pelos brasileiros como a primeira mulher a ocupar a presidência do país.

Na lista da Forbes, Dilma aparece na frente de nomes como Steve Jobs (17º), da Apple, Nicolas Sarkozy (19º), presidente da França, e Hillary Clinton (20º), secretária de Estado norte-americana.

No mês passado, Dilma Rousseff integrou também a lista das mulheres mais poderosas do mundo da mesma revista. Nessa lista, ela apareceu na 95ª posição.

Na época, a revista descreveu Dilma como a favorita para vencer o segundo turno das eleições presidenciais.

Veja abaixo os primeiros 20 nomes da lista:

1º Hu Jintao
2º Barack Obama
3º Abdullah bin Abdul Aziz al Saud
4º Vladimir Putin
5º Papa Bento 16
6º Angela Merkel
7º David Cameron
8º Ben Bernanke
9º Sonia Gandhi
10º Bill Gates
11º Zhou Xiaochuan
12º Dmitry Medvedev
13º Rupert Murdoch
14º Silvio Berlusconi
15º Jean-Claude Trichet
16º Dilma Rousseff
17º Steve Jobs
18º Manmohan Singh
19º Nicolas Sarkozy
20º Hillary Clinton

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A Competência contra a Incompetência.

Há pouco para falar:

"DILMA venceu sem experiência alguma, mas venceu". Será??

O que o PSDB e seus aliados não tiveram competência, mais uma vez para enfrentar, foram as estratégias de um ex-operário que hoje é cotado para uma das cadeiras de maior destaque na ONU.

Sorte? Não, competência que os barões da política nacional não tem e nunca irão ter. Os grandes "caciques" do poder se renderam ao povo. Não existe mais os "Senhores de Engenho" no país.

Enquanto a "suposta elite" brasileira ficava brincando de pobre e rico, o país vinha crescendo a níveis jamais vistos.

Cadê seus assessores tão capacitados e tão bem remunerados, contratados para reverterem esse quadro, PSDB E ALIADOS ???

Dizem que a DILMA é antipática, autoritária e dura. Tomara que seja mesmo, pois assim que se realiza uma gestão eficiente. Num país tão acostumado com décadas de roubalheira e esquemas traçados nos bastidores do poder, isso é dia a dia.

E o Lula? É, ele mesmo, o senhor das piadas, das anedotas, das patifarias, das cachaças.
Esse bateu e vai continuar batendo todos os recordes possíveis e inimagináveis de um governo. Sabem por que? Porque anda nos erros de seus adversários. Lula fez o que Getúlio e JK nem chegaram perto e, ainda, uma boa parcela da população fala horrores do cara. Senhores, ele é o cara e não houve competência para fazer melhor do que ele. Isso é REALIDADE.

Vai aí uma dica para DILMA: Crie a Universidade do Povo, que deverá ensinar algumas novas disciplinas como: Teoria do Operário Eficiente; Teoria da Genialidade Nordestina; Teoria de Conquista do Mundo; Teoria de Como Fazer a Classe Rica Perder a Noção; Sistema de Estratégias Políticas; Gestão e Eficiência de Uma Economia de Terceiro Mundo, e daí vai.....  Esse projeto vai ser tão procurado que a fila de espera para vagas aos interessados será de anos.

Muito se falou de esquemas nesta campanha, mas os esquemas são parte da cultura no nosso povo. Nós, o povo, que alimentamos todo este cenário. 

Todas as pessoas que votaram no candidato SERRA muito alteravam suas vozes ao pronunciar o PT e DILMA. Roncavão grosso, duros, diziam o quão absurdo seria a DILMA eleita, pois o PT seria, definitivamente, o "Partido dos Tranbiqueiros" - PT. O engraçado é que todas as pessoas que assim se manifestaram são pessoas/empresários que conhecemos muito bem, sabemos de seus esquemas, suas sonegações, suas armações, suas vantagens indevidas eternas,  de seus ganhos absurdos, e daí vai. Verdadeiros "Santos do Pau Oco".

Como, então, falar tão mal de um partido e de seu candidato se são iguais ou até piores em esquemas e fraudes? Simples: "Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço".

Quanta demagogia................

Nunca na história conseguimos viabilizar tantos recursos do BNDES e PROGER para empresas de micro, pequeno e médio porte. Sim, empresas destes mesmo empresários que largamente criticaram a PRESIDENTE AGORA ELEITA.

Cuspir no prato que come? Vejo que sim, mas pior ainda é enriquecer às custas dos recursos BNDES e ainda difamar o sistema que conseguiu bater recordes de liberações de recursos.

Quanta porcaria ouço em nossas andanças pelas empresas, quanta bobagem sem fundamento, quanto desejo infundado. Após muito meditar cheguei a conclusão que este comportamento nada mais é do que "inveja pela impotência em não conseguir fazer melhor".

Aos hipócritas de plantão: Quando souberem o que há nos bastidores de um partido político, opinem, ou melhor, a partir daí é que poderão, talvez, ter capacidade de crítica ou elogios sobre este assunto.

Um jovem músico disse um dia: "Fala demais por não ter nada a dizer".

Agora ACORDEM......... Tudo que se diz POLÍTICA é negociável. Não é uma ciência exata e sim estratégica de interesses difusos e até coletivos.

Parabéns Dilma e ao PT que conseguiram, mais uma vez, mostrar competência e não deram chances da "CLASSE ALTA", com seus bilhões em caixa, mudar uma estratégia de sucesso.

O mega-empresário Eike Batista - Grupo EBX - disse recentemente que o governo Lula lhe é um excelente parceiro, e que nunca lhe causou problema. Por que a 8ª fortuna do Mundo assim o vê?

Ps: Mais uma vez tivemos a certeza de que o DINHEIRO nem sempre é tudo. Não adianta ter herança e não ter competência para gestioná-la.

Machado Filho
Filiado ao PTB há 23 anos.

"O mundo dos negócios não é para amadores e menos ainda para sábios de boteco"