segunda-feira, 2 de maio de 2011

"FALAR MENOS E FAZER MAIS"


Muito vem sendo dito sobre o aporte à população carente, população esta que mantém a RECEITA do Estado de pé, ou pela atuação do trabalho informar, ou pelas micro empresas, ou como mão de obra geradora de bens de consumo e serviços.
"NUNCA" o Estado esteve em posição tão omissa como atualmente. A grande massa trabalhadora agoniza nas filas dos postos de saúde, hospitais e tudo que se refere a direitos básicos.
Temos uma das Constituições mais belas do mundo, teóricamente, mas que na prática podemos observar seus monumentais artigos serem meros expectadores no Brasil dito "DE TODOS".
Hospitais, Santas Casas privadas que prestam serviços de interesse público agonizam às margens da falência multipa de órgãos, desta vez, de órgãos que deveriam fomentar suas gestões, mas que as dilaceram suas entranhas.
Num breve RAIO-X, estes "prestadores de serviço público", pois o poder público não tem competência alguma para desempenhar tal papel, estão obrigados a formular "acordos" para limitar o número de internações dos pacientes do SUS. Isso mesmo, LIMITAR O NÚMERO DE INTERNAÇÕES. Em suma popular: Só fazem internações de um número X de pacientes, para que não levem à falência estas instutições.

"Não podemos fazer internações daqui até o mês que vêm, independente do dia do mês corrente, pois não receberemos repasses do SUS sobre as internações À MAIS que realizarmos".

Então vieram as perguntas:

E se um paciente precisar de atendimento urgênte?
Passamos pelo Pronto Socorro, medicamo-os e liberamos para irem para suas casas.
Mas não podem fazer nada?
Fazermos o que?
Se fizermos, aumentamos nosso endividamento mais ainda, caminhando para a falência.
Mas não há como mudar este quadro?
Sim, claro.
Repasses com valores compatíveis e aporte necessário do Estado que todos sabem que NÃO TEMOS. Mas mandar um cidadão de direitos e doente para casa?
Sempre quebramos as metas do acordo com o SUS, mas depois temos que recorrer para rifas, leilões, entidades sociais, enfim, o resto todo mundo sabe.

Esta é nossa realidade.

Com base nisso, senti a necessidade de começar aqui um PROJETO de mobilização da PRÓPRIA SOCIEDADE para começar a mudar este cenário, da seguinte forma:

A lei está aí e em pleno vigor. Mandados de Segurança são as ferramentas mais rápidas, para não dizer nas ações de omissão de socorro, e daí vai.
Precisamos da atuação dos Ministérios Públicos estaduais, pois o FEDERAL deve andar ocupado com "ASSUNTOS MAIS RELEVANTES".

O PROJETO

Organizar as entidades socias por munícípio, a fim de proporcionarem com que a população seja esclarecida e ajudada a buscar seus direitos garantidos pela Cosntituição.
Mas estaremos prejudicando direta ou indiretamente estes hospitais e Santas Casas? Não. trata-se da famosa técnica da AÇÃO DE REGRESSO. Temos certeza de que estes prestadores de serviços públicos serão beneficiados e não prejudicados com todo este processo.

A união das entidades sociais de cada município - menos as que detem "laços afetivos com as administraçõeslocais, devem se organizar em um projeto ÚNICO, com objetivos ÚNICOS, buscando sanar TODA A OMISSÃO que vimos praticando até hoje.
Governo algúm vai se mobilizar para melhorar esta trajédia que vivemos hoje. Então, cabe a toda a sociedade justa e perfeita ASSUMIR seu verdadeiro papel de "ENTIDADE DO BEM".

Falta "corajem" aí? Aqui não.

Nos próximos dias estaremos elaborando o esbosso deste projeto e teremos o maior prazer de repassar a todas as "ENTIDADES DO BEM" que queiram realmente fazer o bem para o seu próximo.

VAMOS ACORDAR..........

MACHADO FILHO

"O mundo dos negócios não é para amadores e menos ainda para sábios de boteco"