sábado, 23 de julho de 2011

Cultura Urbana - Mestre Canela - Novo Horizonte SP


Em meus passeios de bike diário, pude observar uma certa aglomeração de pessoas que se postava em uma esquina escura de Novo Horizonte. Aproximando-me daquele espaço, pude notar que um som vinha se propagando no precicío da noite que se anunciava. Era o som de berimbaus, pois alí encontrava-se uma "roda de capoeira". Mestre Canela e seus discípulos se contemplavam com a beleza da arte vinda de nossos pais africanos.
Ao invés de desocupação daqueles jovens que alí estavam, o senso de responsabilidade de Mestre Canela fazia eclodrir  naqueles corações e principalmente no carater, que a vida é bela para os belos de sentimento e de respeito ao próximo. Desta forma, não existe a possibilidade de nossos jovens se perderem neste nosso mundo tão cheio de armadilhas e sofrimento.

PARABÉNS MESTRE CANELA

Teu exemplo afere educação em nossos jovens.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

COM UMA RECEITA DE 21 MILHÕES POR EXAME, QUEM DISSE QUE A OAB VAI ABRIR MÃO DO EXAME DE ORDEM???

O deputado Domingos Dutra (PT-MA), que solicitou a realização de reunião para discutir a obrigatoriedade dos exames de ordem na Câmara dos Deputados, disse que não considera justo punir somente os estudantes pela falta de qualidade dos cursos de Direito no País. “Não é justo as pessoas se submeterem a um teste como o vestibular, passar cinco anos na universidade e, no final, não se transformar em advogados”, disse Dutra.
O deputado Vicentinho (PT-SP), que é formado em direito, mas não fez o Exame da OAB, acha que os estudantes deveriam ser melhor avaliados todo ano durante a sua formação, sem a necessidade de uma prova extra ao final. “Será que Rui Barbosa passaria no Exame de Ordem?”, questionou Vicentinho, lembrando o famoso jurista da primeira metade do século XX.
"Em entrevista ao G1, o desembargador Sylvio Capanema disse que não conseguiria passar na prova"

São realizadas três edições do exame por ano, cada uma com duas fases. A taxa de inscrição para cada edição é de R$ 200. A prova é organizada pela Fundação Getulio Vargas. A edição mais recente, a 2010.3, teve 104 mil inscritos na primeira fase, composta por 100 questões de múltipla escolha, e só 26% dos candidatos passaram para a segunda fase, que teve perguntas com respostas dissertativas.
Por outro lado, em março, a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado rejeitou por unanimidade a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propunha considerar o diploma de curso superior como comprovante da qualificação profissional e extinguiria o Exame de Ordem.
Na defesa da importância da prova, o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, disse que o maior problema é a baixa qualidade do ensino jurídico no país. “Cerca de 70% dos alunos formados por universidades públicas e particulares de boa qualidade passam no exame. O problema são as faculdades ruins, de fundo de quintal", disse Cavalcante. Hoje, segundo ele, há 1,3 milhão de bacharéis em direito no país sem inscrição na OAB. E apenas 700 mil profissionais aptos a advogar. O Ministério da Educação registra 1.164 cursos superiores de direito no país.
* Com informações da Agência Câmara

“Para procurador, exame da OAB fere Constituição”.

“Não se trata de achismo, se trata de legalidade”......

O subprocurador-geral da República Rodrigo Janot encaminhou um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) concluindo que é inconstitucional a exigência de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o exercício da advocacia. O STF deverá decidir em breve sobre o tema porque foram protocoladas no tribunal várias ações questionando a obrigatoriedade da prova que avalia se o bacharel de direito pode ou não exercer a profissão de advogado.

O julgamento será no plenário do STF porque a Corte resolveu que a decisão terá repercussão geral, ou seja, será aplicada a casos semelhantes. Como a votação ocorrerá no plenário, o ponto de vista do Ministério Público Federal será defendido pelo procurador-geral e não por Janot. O atual procurador-geral, Roberto Gurgel, foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para mais um mandato de dois anos. Se for aprovado pelo Senado, exercerá o cargo até 2013. A opinião de Gurgel sobre o exame da OAB ainda não é conhecida.

No parecer encaminhado ao STF, Janot afirmou que não está em debate a necessidade de inscrição do bacharel em direito nos quadros da OAB como requisito indispensável para o exercício da advocacia. Segundo ele, o que é discutida é a constitucionalidade da exigência de submissão e aprovação no exame da entidade para inscrição do bacharel nos quadros da OAB e a delegação ao Conselho Federal da Ordem para regulamentação da prova.

O subprocurador afirma que o direito à liberdade de profissão é uma garantia fundamental consagrada pela Constituição e pelos principais tratados internacionais sobre direitos humanos. "Assegura a Constituição vigente em seu art. 5º, XIII, o direito ao livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, vinculando-o à observância das qualificações profissionais que a lei estabelecer", disse Janot.

Nossa posição:

Tanto a OAB como uma grande parcela de advogados em exercício lutam para exigir a “qualificação ideal” dos bacharéis em direito para exercício da profissão, mas onde reza que ambos detêm poder legal para avaliar a capacidade dos “formados e reconhecidos pelo MEC como aptos ao exercício da profissão de advogado”, se estes bacharéis cursaram e foram diplomados por curso superior devidamente legalizado e autorizado pelo MEC??

Se os cursos são que qualidade pedagógica ou não, cabe ao mesmo MEC disciplinar, e mais ninguém.

Os bacharéis “não podem ser culpados e impedidos de trabalharem, pois quem reembolsará anos de investimentos em cursos de direito??

Se uma UNIVERSIDADE está com as portas abertas para contratar seus serviços é porque “Alguém” dotado de poder reconhecido legalmente assim permitiu. Ou é tudo brincadeira isso?? Você colou ‘GRAU”, dei-lhe um diploma por ter sido aprovado em todas as disciplinas do curso, mas você não terá direito a trabalhar na profissão que escolheu!!! SIMPLES ASSIM????

Além mais, em caso de erros e/ou desqualificação do ato de advogar o direito, existem “LEIS” que, aí sim, regularão seus infringentes.

Não é questão de “achismo”, mas sim de “direito constitucional”, ou nossa Carta Magna é meramente decorativa??

Não pense nisso de forma subjetiva, mas sim objetiva, ou melhor, cumpra-se a LEI.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Meio Ambiente Sustentável.


Janelas solares ajudam a reduzir o consumo de energia


Estados Unidos - Uma nova janela desenvolvida com células solares recebeu, recentemente, o reconhecimento da GE e um financiamento de US$ 100 mil pela inovação. A ideia é que a janela deixe entrar menos luz natural, mesmo sendo transparente, de modo que os prédios tenham a sombra necessária durante as horas de sol quente. Com isso, a janela pretende reduzir o uso de ar condicionado tornando o edifício mais eficiente energeticamente. Paralelamente, os painéis produzem energia solar, a qual pode ser utilizada pelo prédio na eletricidade.

A empresa responsável pelo equipamento, a Phytagoras Solar, irá anunciar sua primeira instalação comercial nas próximas semanas. As janelas solares custam mais do que uma janela padrão, e mais do que o metro quadrado de células fotovoltaicas, mas, de acordo com o CEO da empresa, Gonen Fink, o retorno de investimento acontece de três a cinco anos, enquanto os painéis solares levam de sete a 12 anos para pagarem por seus investimentos.

A produção de energia das janelas não é tão alta - 13 watts por metro quadrado - então, grande parte do retorno parece vir do aspecto da eficiência energética da janela. Inicialmente, a característica de resfriamento das janelas será o que irá impulsionar o mercado e incentivar as vendas. Fonte: Reuters - 24.06.2011



MPF quer políticas públicas contra trabalho escravo e queimadas no campo.


O Ministério Público Federal (MPF) em Campos (RJ) recomendou à presidente Dilma Rousseff que seja criado um grupo de trabalho multidisciplinar e pluriministerial para mapear as condições adversas a que estão submetidos os trabalhadores nos canaviais no Norte Fluminense. O objetivo é incentivar medidas governamentais para a mecanização da colheita como forma de combater as queimadas da cana-de-açúcar e erradicar o trabalho em condições análogas à de escravo. 

O MP Federal também pediu a inserção e/ou a criação de programas de assistência sócio-financeira para os trabalhadores como forma de atenuar e absorver os impactos da substituição da colheita manual da cana. Para isso, o Ministério do Trabalho e Emprego foi orientado a providenciar o cadastramento de todos os trabalhadores dos canaviais no Norte Fluminense, com suas respectivas famílias.
Além disso, o procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, autor da recomendação, quer que o Governo Federal instale um Núcleo da Defensoria Pública na região, com sede no município de Campos, e insira em sua verba orçamentária, por meio da Secretaria de Direitos Humanos, uma campanha nacional pelo etanol e pelo açúcar limpos. Os órgãos têm 60 dias para informar como e quando as medidas serão adotadas. A recomendação foi encaminhada ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, via ofício, para que ela seja encaminhada à presidente Dilma. 

"Até a completa mecanização, a cana pode ser colhida sem a queima, desde que os trabalhadores estejam devidamente protegidos por equipamentos. O que não é mais possivel é agravar-lhes a saúde e abreviar-lhes a vida com um método tão nocivo e arcaico quanto as queimadas. Queimada é crime e os criminosos devem pagar pelos danos que causam aos trabalhadores, ao meio ambiente e à imagem do Brasil no exterior" afirma o procurador.
No último dia 17, a 2ª Vara Federal de Campos proibiu cinco usinas de receberem cana-de-açúcar após a queima da palha, sob pena de multa diária de R$ 2 mil. Com a ordem judicial, apenas a cana verde poderá ser recebida pelas usinas açucareiras. A decisão foi motivada pela ação civil pública, movida pelo procurador da República Eduardo Santos de Oliveira e faz parte do combate do MPF às queimadas no Norte Fluminense (Jornal do Brasil, 27/6/11)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

BANCOS: INFORME-SE.

Conta corrente conjunta


Negativação de todos os co-titulares na ocorrência de devolução do cheque emitido por apenas um deles?

Estava navegando na net e observei no site do SERASA que o referido órgão de proteção ao crédito entende que, em se tratando de conta-corrente conjunta, e um dos correntistas emitir título que é devolvido pela instituição financeira sacada, todos os co-titulares do contrato podem ter seu nome negativado.
Diante da posição que vem sendo adotada pelos tribunais, tendo em vista a política nacional das relações de consumo, nunca é demais ratificar a posição pró-consumidor.
De fato, repetidamente o STJ (Superior Tribunal de Justiça) tem deixado claro suas decisões de “que o co-titular de conta corrente conjunta detém apenas solidariedade ativa dos créditos na instituição financeira, não se tornando responsável pelas cártulas emitidas pelo outro correntista”. Trocando em miúdos: somente o titular da conta conjunta que emite e assina o cheque pode ter o seu nome negativado nos órgãos de proteção ao crédito, servindo a conta bancária de ambos os correntistas para movimentação e saques normais do saldo bancário.
A mesma regra vale para marido e mulher quando um deles emite cheque sem fundos da conta bancária conjunta, e o banco manda os dois para a "lista negra" do Serasa ou SPC. A vítima do abuso do banco terá danos morais garantidos, conforme entendimento pacífico dos tribunais.
Mais ainda: durante anos, o Banco Central, em geral, gentil com as instituições financeiras, permitiu que elas negativassem ambos os titulares da conta conjunta. E, somente no fim de 2006, os gênios do governo ligados ao Banco Central decidiram proibir os bancos de negativar o nome do correntista que não emitiu o cheque sem fundo, no caso de conta conjunta (Circular 3334, Banco Central, de 7/12/06). Outrossim, mesmo que o Banco Central mude de idéia e volte a autorizar o abuso da negativação do co-titular da conta conjunta, a vítima do abuso poderá continuar exigindo a reparação moral na Justiça, pois se trata de um dano que deve ser indenizado independentemente de norma do Banco Central. De fato, não obstante a posição do Serasa não encontre respaldo no ordenamento vigente, para melhor compreensão da questão, entendo ser interessante dividi-la em duas análises:

a) rápida noção do contrato de contra corrente bancária; e
b) a existência ou não de responsabilidade solidária de um co-titular em virtude dos cheques sem provisão de fundos emitidos pelo outro co-titular.

Efetivamente, o contrato de conta corrente bancária é aquele em virtude do qual o banco se obriga a receber os valores que lhe são remetidos pelo correntista ou por terceiro, bem como a cumprir ordens de pagamento do cliente até o limite de dinheiro nela depositado ou do crédito que se haja estipulado.
Por outro lado, nos termos da sistemática vigente, existem as seguintes modalidades de conta corrente bancária:

1) Conta conjunta simples (“e”): os dois correntistas movimentam a conta em conjunto, salvo estipulação em contrário. Por essa estipulação podem os correntistas convencionar a movimentação da conta por todos, por alguns, sem mencionar qual deles, ou por um só dos correntistas;
2) Conta conjunta fragmentária (“ou”): cada correntista conjunto pode movimentar individualmente a conta: o correntista pode sacar até certo limite, acima do qual é necessário o consentimento do outro correntista; ou sem limite, até encerrá-la; e,
3) Conta conjunta fragmentária, solidária, em que cada correntista pode utilizar todo o saldo, ao movimentar a conta corrente (“e/ou”): tem esse tipo de conta uma característica especial, que é a solidariedade, disciplinada nos arts. 264 e 285 do CC, com solidariedade ativa (pela qual cada credor pode exigir toda a dívida) e ao mesmo tempo passivo, em que o banco se libera pelo pagamento a um só credor, esgotando a conta (art. 269 do CC). Também pela solidariedade passiva tem o banco o direito de receber de qualquer dos correntistas as comissões pelos serviços prestados. Registra-se que, na última modalidade de conta corrente, a mencionada solidariedade “pela qual cada credor pode exigir toda a dívida” diz respeito à relação entre correntistas conjuntos e instituição financeira. Vale dizer, cada correntista conjunto, na condição de credor dos haveres depositados no banco, pode exercer a pretensão de exigir o pagamento a qualquer tempo. A assertiva acima exposta, de que há solidariedade ativa dos co-titulares de conta conjunta fragmentária e solidária em relação à instituição financeira, não afasta a constatação de que os correntistas também são solidariamente responsáveis pelas obrigações travadas perante o banco, já que o banco tem o direito de receber de qualquer dos correntistas as comissões pelos serviços prestados.
Nesse compasso, cabe formular a seguinte questão: o co-titular da conta corrente conjunta é solidariamente responsável pelo adimplemento da obrigação decorrente da emissão de cheque sem provisão de fundos? O Código Civil, no art. 265, preceitua que “a solidariedade não se presume; resulta de lei ou da vontade das partes”. Em particular, a solidariedade passiva é aquela que obriga a todos os devedores ao pagamento total da dívida. Ela possui acentuada importância na vida negocial, eis que facilita o adimplemento da obrigação quando reforça o vínculo entre os devedores. Logo, um sujeito fica obrigado pelo adimplemento da obrigação de outrem apenas quando restar estabelecido em lei ou mediante vontade das partes (contrato, p. ex.).
E o contrato de conta corrente conjunta, por si só, não cria solidariedade passiva entre os co-titulares em razão das obrigações adimplidas com cheque comum perante terceiros. Daí a impossibilidade da negativação do consumidor co-titular que não emitiu o cheque. Emitido o título por um dos co-titulares, o banco, que possui o dever de cumprir a ordem de pagamento, fica obrigado a pagar o valor até o limite do saldo. Porém, não existindo saldo em conta apenas o emitente é responsável, ressalvada a hipótese de existir solidariedade passiva entre os correntistas conjuntos, situação que não traduz a regra.
Em sentido contrário ao raciocínio acima exposto, o art. 4º da Circular nº 2.655, de 17 de janeiro de 1996, do Banco Central do Brasil, determina: Art. 4º. No caso de cheque emitido por correntista de conta conjunta, devem ser incluídos no CCF os nomes e os respectivos números de registro no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF de todos os titulares dessa conta, acrescentando-se o tipo de conta corrente. [Grifo nosso].Como a norma administrativa do Banco Central do Brasil vai de encontro ao preceito inserto no art. 265 do Novo Código Civil, o Superior Tribunal de Justiça e a doutrina pátria mais autorizada invalidam o ato, fazendo prevalecer a impossibilidade da negativação do correntista conjunto não emissor do cheque sem provisão de fundos.
Finalmente, nas contas correntes compartilhadas por cônjuges não se pode confundir responsabilidade patrimonial com regime de bens. Nem sempre o cônjuge é responsável pela obrigação contraída pelo outro. E quando os bens comuns respondem pelo adimplemento de determinada prestação isso não significa que ambos são devedores (conceito de direito material). Surge aí a responsabilidade secundária do cônjuge que não contraiu diretamente a dívida.
Ora, no direito substancial, dívida e responsabilidade podem estar separadas, quando, por exemplo, uma pessoa assume a primeira e outra a segunda, como nos casos de fiança ou de garantia real outorgada em favor de obrigação de terceiro. O fiador ou o garante não são devedores, mas respondem com seus bens pela dívida cuja garantia assumiram voluntariamente. No direito processual, vai-se mais longe e admite-se até a responsabilidade patrimonial de quem não é nem devedor nem responsável materialmente pelo cumprimento da obrigação. Há casos assim em que apenas o patrimônio ou determinados bens ficam sujeitos à execução, sem que o respectivo dono sequer seja parte no processo.
Para o direito formal, por conseguinte, a responsabilidade patrimonial consiste apenas na possibilidade de algum ou de todos os bens de uma pessoa serem submetidos à expropriação executiva, pouco importando seja ela devedora, garante, seja estranha ao negócio jurídico substancial. O art. 1.664 do Novo Código Civil dá a dimensão do estado de “devedor” e de “responsabilidade patrimonial”, estabelecendo que: "Os bens da comunhão respondem pelas obrigações contraídas pelo marido ou pela mulher para atender aos encargos da família, às despesas de administração e às decorrentes de imposição legal".
Diante disso, concluo que a posição externada pelo Serasa não é acertada, já o co-titular da conta corrente conjunta não possui responsabilidade pela emissão de cheque sem provisão de fundos pelo outro, inclusive se for cônjuge. É ilegal a negativação pelo banco no CCF do correntista conjuntos que não emitiu o cheque. É ilegal a negativação pelo fornecedor do correntista que não emitiu o cheque no SPC ou no Serasa.


Pesquisa e adaptação: Machado Filho

PACOTE DE ESTÍMULOS PARA A INDÚSTRIA É INSUFICIENTE.

Economia - 08/06/2011

Governo vai desonerar compra de máquinas

Das 52 medidas da nova política industrial, ministérios aprovaram quatro iniciativas que reduzem impostos para investimentos.
O governo bateu o martelo sobre quatro das 52 medidas que prometem integrar a nova política industrial, que está em gestação. Os ministérios envolvidos chegaram a um consenso sobre iniciativas que desoneram a compra de máquinas e equipamentos.
As demais medidas - que vão focar o incentivo à inovação e o fortalecimento da defesa comercial - ainda estão em discussão. Com o nome provisório de Política de Desenvolvimento da Competitividade (PDC), o programa deve ser divulgado em solenidade pela presidente Dilma Rousseff nos próximos 30 dias.
"Vai ser uma injeção na veia de vitamina para a indústria, que vem sofrendo com o câmbio valorizado e com a concorrência desleal dos importados", disse o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel.
Na quinta-feira à noite da semana passada, Pimentel informou sobre o andamento da nova política industrial a empresários reunidos pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em São Paulo. Ele pediu aos seus auxiliares para detalhar as quatro medidas já definidas.
As medidas foram relatadas à reportagem por fontes presentes à reunião e confirmadas pelo ministro. "Com o dólar barato e a desoneração tributária, temos a oportunidade de fazer uma enorme modernização do parque industrial", disse Pimentel.
Bens de capital
A primeira medida vai acelerar a depreciação das máquinas, que permite as empresas declararem o valor pago como despesa, reduzindo o lucro e o pagamento de imposto de renda. Hoje o prazo é de cinco anos e vai cair para 12 meses.
A segunda medida é a recuperação imediata do PIS/COFINS pagos por quem adquire máquinas. A iniciativa é considerada pelos empresários a mais relevante do pacote, embora não englobe o ICMS pago aos Estados.
Hoje o prazo para o crédito de PIS/COFINS na compra de máquinas é de 12 meses e não é a primeira vez que o governo utiliza esse mecanismo. Na crise global e em políticas industriais anteriores, esse prazo caiu dos 48 meses originais para 24 e depois para 12.
O governo também vai zerar o IPI pago na compra de bens de capital. Desde a crise em 2008, a aquisição de máquinas já usufrui do benefício, que será estendido a outros bens - como computadores, caminhões ou até um galpão - desde que utilizados como equipamentos pelas empresas.
Foi definida ainda a criação do "drawback investimento". Esse mecanismo vai permitir que os fabricantes de máquinas adquiram insumos sem pagar PIS/COFINS. É diferente da medida anterior, que beneficia o comprador dos equipamentos.
O impacto dessa medida, no entanto, só será significativo para empresas exportadoras de máquinas, que acumulam crédito de PIS/COFINS. O problema é que poucas empresas estão exportando por causa do real forte.
"As medidas anunciadas pelo governo são importantes, mas são paliativas. O problema do Brasil é o câmbio forte e os juros. Se não mexer nisso, todo o resto é paliativo", disse José Velloso, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Inovação
Segundo Pimentel, a "espinha dorsal" da nova política industrial será o estímulo à inovação. Essas medidas, no entanto, estão em estudo. Entre as alternativas, os técnicos discutem novas linhas de financiamento do BNDES para empresas inovadoras e a criação de regimes tributários especiais.
Outra alternativa é utilizar as compras governamentais para incentivar alguns setores. Os técnicos ainda não decidiram, no entanto como regulamentar a medida provisória 495, que cria preferência de 25% para as empresas nacionais nas licitações do governo federal e das estatais.
Outro foco da política industrial será a defesa comercial. Pimentel admite, no entanto, que o Brasil está atrelados às regras da Organização Mundial de Comércio (OMC) e que as medidas passam pelo fortalecimento das regras antidumping, o que já vem sendo feito.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"PAINEL DE OURO"

Qualidade e Confiança - Preocupação com a terceira idade.

Semana Mundial do Meio Ambiente

"Nossa vida deve ser preservada"

Madeira sem desmatar?? Reciclagem é a resposta.

MADEIRA PLÁSTICA

 
Opção sustentável para quem precisa trabalhar com madeira, preferivelmente em áreas externas.
Resistente à corrosão de intempéries, imune à pragas, cupins, insetos e roedores, a madeira plástica é a alternativa ideal para quem colabora com a questão ecológica de forma consciente e lucrativa.
É fabricada com diversos tipos de plásticos reciclados e resíduos vegetais de agroindústrias.

USOS
  • Decks, piers, pontes e como outros assoalhos
  • Brises (quebra-sol) e bandejas de luz
  • Bancos e mesas
  • Guarda-corpos
  • Revestimento de fachadas e paredes
  • Lixeiras, protetor de árvores
  • Outros
  

 
VANTAGENS
  • Não empena, não racha e não solta farpas
  • Não absorve umidade
  • Não mofa e e não cria fungos
  • Imune a pragas, cupins, insetos e roedores
  • Não é pintada, é pigmentada - não desbota
  • Durabilidade de centenas de anos
  • Antiderrapante
 
PRATICIDADE
  • Livre de manutenção e pintura
  • Aplicação com as mesmas ferramentas da madeira
  • Maior agarre a pregos e parafusos
  • Limpeza feita com água e sabão
  • Dimensões e apresentação
Os perfís de Madeira Plástica podem ser comprados como madeira convencional e trabalhados com as mesmas ferramentas. São dotados de características uniformes de densidade e permitem um melhor agarre a pregos e maior facilidade para o corte e entalhe. São ainda apresentados em diversas cores para que atendam às principais necessidades de quem projeta e contrói.

  

Não temos desculpas para não contribuir com o Meio Ambiente!!

Telhado Verde

Sistema intensivo para uso da laje com trânsito de pessoas, pode receber diversos tipos de plantas. Modelo Standard, super leve, e Premium, com reservatório interno de água. Inclinação mínima de 2% e máxima de 15%, estrutura deve suportar no mínimo 65 Kg/m².


REVESTIMENTO VIVO

Sistema modular integrado, pré-cultivado com suculentas de forração, trânsito somente para manutenção. Base de PEAD 100% reciclada com reservatório de água e drenos, medindo 0,50 x 0,40 x 0,09 cm. Inclinação mínima de 2% e máxima de 75%, estrutura deve suportar no mínimo 80 Kg/m². Temos módulos com gramíneas, que permitem certa circulação e apoio de cadeiras de praia, demanda irrigação e manutenção constante.

 

Vantagens:

  • Qualidade arquitetônica
  • Alta performance termo-acústica
  • Redução do efeito "ilha de calor", da poluição do ar e das enchentes
  • Seqüestro de carbono
  • Manutenção fácil e segura
  • Filtragem da água de chuva (retém metais pesados e químicos dissolvidos)
  • Valorização do imóvel
  • Aumento da área de lazer
  • Não atrai insetos e animais indesejados
  • Plantas resistentes a seca e de baixa manutenção
  • Projeto de paisagismo p/ cultivos ou outras plantas
 


Telha Sempre Viva

PRÉ-REQUISITOS GERAIS
  • Laje ou telhado impermeabilizado e estanque
  • Drenagem dimensionada em função da área do telhado
  • Bocais dos drenos com proteção para passagem livre da água
  • Inclinação e estrutura (carga) necessárias estão indicadas caso a caso acima

MEIO AMBIENTE X CONSUMO - Nós somos os vilões!!

Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Gerenciamento de Resíduos Sólidos A questão meio ambiente versus consumo precisa ser equacionada. O produto de nosso consumo, o lixo, acumulado em aterros sanitários sem o cuidado devido, tem sido causador de muitos problemas ambientais graves e um entrave para o nosso desenvolvimento eficiente e sustentável.
A destinação dos resíduos sólidos começou a ser repensada ha algum tempo em várias esferas da sociedade, do indivíduo que separa seu lixo para a coleta seletiva ao empresário que busca aumentar sua eficiência produzindo menos resíduos ou reciclando-os, passando por iniciativas de administrações públicas preocupadas com a sustentabilidade.
Devido às especificidades de cada tipo de resíduo (urbano, hospitalar, industrial, de construção, etc) e também em relação à cadeia produtiva a que pertencem, fez-se necessário o desenvolvimento de projetos de gerenciamento de resíduos sólidos para dar a destinação final adequada a cada um deles e/ou realizar a reciclagem/tratamento mais eficiente, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico. 

Lei de Resíduos Sólidos
No final do ano passado um passo importante foi dado: a publicação do decreto de regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), lei 12.305, também chamada simplesmente de Lei de Resíduos Sólidos.
A lei estabelece:
  • O fim dos aterros sanitários irregulares até 2015;
  • Enquadra como crime ambiental a gestão inadequada de resíduos sólidos entendendo que a destinação final adequada deva ser a reciclagem, a compostagem, o aproveitamento energético entre outras;
  • Regulamenta etapas do processo como coleta,transporte, transbordo e tratamento;
  • Estabelece a responsabilidade compartilhada entre fabricantes, importadores, distribuidores e inclusive o consumidor pelo ciclo de vida dos produtos;
O não cumprimeto das normas estabelecidas poderão gerar multas que variam de quinhentos a dez milhões de reais.
Em conformidade com uma tendência mundial, a lei brasileira incorpora conceitos já adotados na Europa com bastante êxito. Já é possível ver tecnologias e processos sendo importados de outros países que tiveram que se enquadrar em leis parecidas desde meados do anos 90. 

Logística Reversa
Resumidamente, logística reversa é o processo de retorno de um material do ponto de consumo até sua origem. O exemplo clássico de logística reversa é o processo em que um vasilhame vazio retorna para o estabelecimento comercial que, por sua vez, retorna ao fabricante da bebida para ser tratada e reutilizada, reiniciando o ciclo.
Estes ciclos são especialmente virtuosos em termos ambientais quando realizados com eficiência pois poupam o meio ambiente da extração de mais matéria-prima, reduzem o volume dos aterros contribuindo para o alcace das metas estabelecidas em lei e geram empregos para atividades correlatas quando, por exemplo, a destinação final é a reciclagem de partes do produto. 

Projeto de gestão de resíduos sólidos
Projetos bem elaborados na área de gerenciamento de resíduos sólidos trazem mais vantagens para as organizações do que somente evitar as multas em virtude da lei. Em geral, os projetos ajudam a dimensionar melhor os recursos gerando economia na produção e até, dependendo da natureza própria da atividade, podem gerar receita secundária, tornando-se um investimento de retorno direto e indireto (imagem da organização).

Artigo Equipe EcoCasa

SUSTENTABILIDADE GERA ECONOMIA OPERACIONAL




Eficiência energética nos supermercados: das prateleiras para a operação


Redes como Walmart, Carrefour e Pão de Açúcar avançam na implementação de práticas sustentáveis e visam à redução do consumo de água e energia para mitigar impacto ambiental


Supermercados usam medidas de eficiência
energética para reduzir custos operacionais


A eficiência energética, que vem ganhando cada vez mais destaque nos mais variados setores da sociedade, começa a garantir espaço também nos corredores dos supermercados. Engana-se, no entanto, quem pensa que os produtos eficientes energeticamente estão apenas nas prateleiras. As redes de supermercados apostam cada vez mais em mecanismos sustentáveis e de redução do consumo de energia elétrica, tanto para reduzir custos quanto para mitigar seu impacto ambiental. Com isso, também agregam valor à sua imagem diante de clientes cada vez mais conscientes sobre seu consumo e sobre questões ambientais. Segundo uma pesquisa dos institutos Akatu e Ethos, feita em 11 capitais e no Distrito Federal, o percentual de consumidores conscientes se manteve em 5% em 2010.


Considerando o aumento populacional, o percentual indica um aumento de cerca de 500 mil consumidores aderindo a valores e comportamentos mais sustentáveis. Os gastos com energia são um forte estímulo para que empresas como Walmart, Pão de Açúcar e Carrefour invistam em medidas de sustentabilidade para reduzir custos operacionais. O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda, admite que a fatura energética representa uma fatia significativa dos gastos gerais de operação em um supermercado. "O insumo energia no nosso setor, dentro da nossa atividade, é praticamente o primeiro custo que temos, tirando a mão-de-obra", afirma Honda.


"Já que o padrão de consumo brasileiro vem se alterando para melhor, a oferta de produtos perecíveis tem aumentado, e existe um investimento no setor de cadeia fria para oferecer produtos mais frescos. Isto exige equipamentos, como geladeiras, não só no ponto de venda, mas também no ponto de retaguarda, o que tem elevado o custo de operação. Em algumas lojas, ele chega a atingir 2% sobre o faturamento das nossas operações", explica. "Uma câmara fria equivale a uns 100 números de geladeira. Então, você imagina como impacta no consumo um equipamento como esse sendo mal utilizado", diz.


De acordo com o presidente da associação, as grandes empresas de supermercado aderem ao mercado aberto de energia, comprando insumo para uso futuro. No entanto, "O setor é formado basicamente por lojas menores e é muito pulverizado, e na verdade as empresas acabam pagando esse custo maior, que é o da energia comercial", pontua Honda. Por isso, a Abras incentiva seus associados a aderirem a práticas mais conscientes em relação a seu consumo de eletricidade. "O próprio tema adentrou as empresas. Nenhuma empresa pode dizer que está alheia a essa situação", observa.


"A crise de energia de 2000 para 2001 mostrou o quanto desperdiçávamos energia. Isso já trouxe um grande ganho de eficiência e levou as empresas a perceberem, dentro de suas áreas, essa questão. Até hoje nós comentamos muito a questão dos equipamentos da cadeia fria, da importância que têm as câmaras frias. Não é só utilizar equipamentos, mas é preciso pensar em como o uso correto dos equipamentos impacta no consumo", assegura. "Há regras hoje. Quando você visita um depósito, vê claramente avisos sobre utilização. Antigamente não acontecia isso, mas hoje nós percebemos todo esse cuidado. Eu acredito que se possa reduzir de 30% a 40% o consumo de energia quando se tem práticas mais corretas na utilização dos equipamentos", garante Honda.


As medidas envolvem gestão energética, mecanismos de redução de consumo e uso de equipamentos eficientes energeticamente. "As lojas caminham, praticamente todas, de médio porte e de porte menor, para a utilização de ar-condicionado central para oferecer um bem estar melhor ao consumidor. Já as empresas maiores contratam companhias de engenharia, que trabalham especificamente nessa área de redução do consumo de energia, mas é uma área que ainda cresce no nosso setor", relata.


Essas lojas, que assumem mecanismos sustentáveis e de redução do consumo, tanto de água quanto de energia, são chamadas de lojas verdes. "Estamos falando de lojas com utilização maior de tetos transparentes para melhor utilização da luz do dia e de equipamentos com menor consumo de energia para refrigeração. Também estamos falando da área de iluminação de lojas, que utilizam lâmpadas com menor consumo, tirando agora as fluorescentes, que imperavam no setor e que estão sendo substituídas pelas LEDs. Nos estacionamentos também estão sendo substituídas por equipamentos que consomem menos energia", relaciona o presidente da Abras.


Exemplo disto são as lojas do Grupo Pão de Açúcar. Desde 2006, cada loja do grupo possui uma comissão interna de controle de energia, com o objetivo de reduzir custos e o consumo de energia. Em 2009, as lojas ficaram 2,6% abaixo da meta estabelecida. Em algumas lojas, no entanto, a troca de equipamentos por similares de menor consumo foi essencial para um menor consumo de energia. O grupo já possui duas lojas verdes. A primeira loja verde da América Latina foi inaugurada em 2008, na cidade de Indaiatuba (SP).
As redes de supermercados apostam cada vez mais em mecanismos sustentáveis e de redução do consumo de energia elétrica, tanto para reduzir custos quanto para mitigar seu impacto ambiental. Com isso, também agregam valor à sua imagem diante de clientes cada vez mais conscientes sobre seu consumo e sobre questões ambientais


O novo modelo de loja emprega tecnologias que permitem a economia de 10% de energia em relação a uma loja convencional de mesmo porte. Atendendo aos critérios de certificação definidos pelo U.S. Green Building Council, a unidade conquistou em 2009 o certificado de Liderança em Energia e Design Ambiental (Leed, na sigla em inglês). Mais tarde, em 2009, mais uma loja verde do grupo foi inaugurada na Vila Clementino, em São Paulo, seguindo os mesmos critérios de sustentabilidade implementados na loja de Indaiatuba. Na construção das lojas verdes foram identificadas mais de 50 iniciativas que estão, aos poucos, sendo replicadas em todas as inaugurações de novas lojas do Pão de Açúcar.


Os custos para a implantação dessas lojas verdes é maior em relação a uma convencional. No entanto, o investimento é recuperado através das economias de energia provenientes da operação eficiente. "É claro que a curto prazo o impacto de construção é mais caro. Mas a médio e longo prazos as empresas conseguem fazer com que esse impacto inicial seja compensado. O retorno sobre o investimento acaba vindo ao longo do período de utilização dos equipamentos", garante. E, além do retorno financeiro, também existe o retorno do público. A imagem de uma empresa sustentável agrada e atrai os consumidores mais conscientes.


"Está ligado ao marketing das empresas", admite. "As empresas querem ser bem vistas sob o aspecto da sustentabilidade e divulgam suas ações. Se você pegar as grandes empresas, que são mais estruturadas em termos de divulgação, você vai encontrar dados analisados todos os anos sobre o que tem sido feito na área de sustentabilidade e na área socioambiental. Isso nós falamos de grandes empresas, mas as outras empresas também estão participando", afirma.


Ao abrir as portas de sua loja no bairro de Campinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no final de 2008, o Walmart também atingiu um novo patamar em seu programa de sustentabilidade. A unidade incorporou o maior número de iniciativas realizadas pela empresa até então, com o objetivo de melhorar a eficiência socioambiental da operação. A loja incorpora clarabóias no telhado do salão de vendas que permitem o aproveitamento da iluminação natural, contribuindo para a diminuição no consumo de energia, e lâmpadas fluorescentes do tipo T5, que gastam menos energia que as lâmpadas convencionais.


Além disso, a altura do telhado da loja foi dimensionada para melhor aproveitamento do ar-condicionado, evitando desperdício de energia. Nos dois anos seguintes, outras 12 lojas desse padrão foram inauguradas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia e Distrito Federal. O primeiro Centro de Distribuição ecoeficiente da rede foi aberto em 2009, na cidade de Betim (MG).


O marketing sobre a sustentabilidade das empresas de supermercados também oferece retorno garantido, segundo o presidente da Abras. "O Carrefour é um exemplo gritante aqui em São Paulo de uma loja que eliminou as sacolas plásticas. Mesmo antes de questões ligadas à legislação, ele transformou essa loja dentro de um padrão dela e tirou as sacolas plásticas. É a loja de maior retorno que temos hoje e não era. Para você ter ideia do impacto que isso tem na comunidade. O impacto quando ela anunciou seu programa em termos de imagem criou tanto benefício que é uma das lojas que teve, de acordo com a área de Sustentabilidade do Carrefour, o maior crescimento de identificação com o consumidor", conta Honda.


O Carrefour possui diversas campanhas de sustentabilidade e conscientização sobre consumo consciente da água e da energia. No âmbito da redução do consumo de energia, o grupo promove o Dia Nacional do Futuro Consciente, quando recebe filhos de clientes e crianças da comunidade para refletirem sobre os cuidados com o planeta, através de brincadeiras educativas. Suas revistas "Pense Bem" e "Fique Ligado" estimulam atitudes mais sustentáveis com informações básicas de economia de insumos. Na Semana do Meio Ambiente, a empresa fomenta a prática de hábitos sustentáveis, abordando temas relacionados, em todas as suas lojas no Brasil. O Carrefour também oferece, em parceria com o Instituto Akatu, treinamento para seus funcionários, a fim de torná-los agentes de mobilização pelo consumo consciente.

By PROCEL